Hoje no entanto para fazer um começo,resolvi escrever sobre a minha própria imagem, a imagem sua, a dele, a imagem do corpo e da face humana que encontra-se em qualquer espaço que se vá. Falar atraves da memória, dos sentimentos e convicções de grandes pensadores inteiramente envoltos a sua subjetividade , de um o ohar puro e preciso sobre si próprio enriquecido pelas imagens alheias, querer-se saber um homem e admirar-se com o reflexo de seus sentimentos moldados no outro.
Em algum momento, há muitos anos, li ou ouvi, ou sonhei, sobre um conto: um homem sempre que chegava em casa, à noite, se olhava em um espelho que ficava frente a porta de entrada. Um dia o espelho foi retirado e, ao entrar, e buscar com o olhar o espelho e não o encontrando o homem caiu no chão “ estilhaçado “, como um espelho quebrado ... Penso, às vezes, como será alguém sair de casa, pela manhã, sem se olhar no espelho.
Pense ao ler estas afirmações e perceba como nossa subjetividade molda o que aparentamos ser, entenda que tudo pode ser resolvido, apenas precisamos interpretar para dar um nome e um lugar para o que faz mal torna-se real e poder ser retirado de nossas vidas.
*Quando olho sou visto, logo existo.
Agora tenho como olhar e ver.
Agora olho com criatividade, e o que apercebo também percebo.Mas é bem verdade que procuro não ver aquilo que não está lá para ser visto (D.W. Winnicott )
A tese principal, no pensamento de Jan Abram, é de que o indivíduo para poder olhar criativamente o mundo ( viver criativo) deve ter internalizado a experiência de ter sido olhado. Olhado e visto a si mesmo.
Narcisismo descreve a característica de personalidade de paixão por si mesmo.
Adultos, um nível razoável de narcisismo saudável permite que um indivíduo equilibre a percepção de suas necessidades em relação às de outrem.
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